domingo, 27 de abril de 2014

sábado, 26 de abril de 2014

Me like me





Nasci aos 19 anos
Tudo aconteceu antes ou depois disto na minha vida As vidas, a A e a B, eram complementares mas absolutamente antagónicas.
Nem sempre me amaram quanto esperei e gostaria Mas amaram-me  da forma que me via, sem eu mesma me perceber Porque primeiro precisamos de nos amar Sempre e acima de tudo.
A encenação do baptismo e da comunhão como ritual  nunca como pretexto de religião católica Apesar disso aos 33 anos fiz o crisma. Como ritual.
Não sinto necessidade de protecção Sou mais dominante. Mas não gosto que me dominem A minha denúncia está aí 
Gosto de tomar a iniciativa Gosto muito de sexo Mas preciso de muitas coisas para chegar ao sexo. Não me importo de dormir depois do sexo Amo homens mas eles precisam de pouco para o sexo.
A verdade. Devemos cuidar dela Porque há verdades que não se devem dizer Ninguém é detentora da verdade É preciso ser séria. Em publico certas vezes as verdades não se podem dizer
Só eu sei os meus segredos Fraquejo quando não me controlo. E isso esta acima de ti Só no amor experimentei ser fraca
Sentirmo-nos sós é diferente de estarmos sós  Viagens podem ser sinonimo de querer estar só sem se sentir solitário.
Em pequena nunca me vi casada com filhos E depois de repente aconteceu o casamento e quatro filhos Por isso estar hoje só é o reflexo dos sonhos que tive.
Vida, com tudo o que isso implica, é só o que preciso para que se justifique estar aqui.

 LR 2014

sexta-feira, 25 de abril de 2014

segunda-feira, 21 de abril de 2014


Assuma o controlo da sua vida










"Exerça a liderança dos seus dias pondo em prática, sem medo ou culpa, a melhor ferramenta para isso: a assertividade
Porque ela nos impede de ficarmos presos a uma vida que não nos preenche nem nos faz felizes Evita mal entendidos, sentimentos de culpa e mágoa. Implica resolver os problemas quando eles acontecem e começar cada dia sem o peso do dia anterior
Evita que fiquemos presos a crenças, ao que o outro pensa de nós ou a atitudes limitadoras É abraçar a autenticidade e não fazer algo para parecer bem, mas porque é aquilo em que acreditamos
Tudo isto nos aproxima da verdade e provoca mudanças positivas."
Teresa Marta
CEO Projecto"Academia da Coragem"


sexta-feira, 18 de abril de 2014

A nossa cor qual é?


 
A verdadeira cor da felicidade é a que o coração nos mostra. Sem nunca parecer ilusão de óptica.
Quantas vezes os nossos sentimentos e atitudes são construídos sobre ideias preconcebidas porque nos recusamos a ver com os olhos da alma?
Ainda nos lembramos como é bom olhar para dentro de nós e deixar o pensamento voar para as ruas da nossa infância onde despreocupados deixávamos o conhecimento entrar ao mesmo tempo que acreditávamos poder mudar o mundo?
E ainda se lembra  como é bom regressar à sensação de se segurar um filho nos braços, sentir-se poderoso e capaz de dominar o Mundo ?
E que bom, quando verdadeiramente nos sentimos capazes dos maiores actos de amor e solidariedade ao  lembrarmos a pessoa que verdadeiramente somos e que o tempo não conseguiu apagar. Tornar um dia de chuva menos cinzento, a fila do transito menos caótica é relativizar as questões.
Todos os dias podem ser dias de avaliar atitudes que se não acrescentam nada à nossa auto-estima,
devem ser substituídos por comportamentos que tornem os nossos dias capazes de percorrer um caminho que, pode não ser perfeito, mas nos deixa sorridentes e  felizes.
Lembrar-nos do Amor que sentimos por quem nos ama. Abraçarmos quem reparte os dias connosco. Telefonar a quem não vemos há algum tempo.
Assim, o coração vai interpretar correctamente a  cor da nossa alma e os nossos dias serão sempre dias de Sol.

LêRocha
2014


"Quando conhecer a tua alma pintarei os teus olhos" Mondigliani